Passa já da hora o vosso despertar espiritual . . . Saiba que a tua verdadeira pátria é no mundo espiritual . . . Teu objetivo aqui é adquirir luzes e bênçãos para que possas iluminar teus caminhos quando deixares esta dimensão, ascender e não ficar em trevas neste mundo de ilusão . . .   Muita Paz Saúde Luz e Amor . . . meu irmão . . . minha irmã

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

INTRODUÇÃO – Livro: Elucidário – pelo espírito de Paulo de Tarso através de Diamantino Coelho Fernandes.





É sempre interessante para os leitores, conhecerem algo relacionado com a história do livro que têm em mãos. Todo livro tem a sua história, pequena ou grande, abordando o período de sua confecção. É o que pretendo relatar sucintamente, à guisa de introdução a este esplêndido trabalho ditado pelo Espírito de Paulo de Tarso, que o mundo cristão aprecia e venera sob a invocação de S. Paulo.

Em 30 de julho de 1966, o nosso querido Irmão Thomé, bastante satisfeito com o andamento do serviço de composição dos seus dois belos livros, Derradeira Chamada, em primeira edição, e As Forças do Bem, já em segunda, escrevia em nosso diálogo habitual, além de outras coisas, o seguinte:

— Os nossos livros estão andando bem e dentro de breves dias estarão nas livrarias. Bom será o teu empenho em ajudar a promoção, o que muito servirá para torná-los conhecidos no país inteiro.

E após abordar assunto relacionado com a sua missão entre nós, acrescentava:

— A seguir desejo consultar-te sobre a possibilidade de receberes um ditado mediúnico de uma Entidade de grande evolução, que deseja dirigir-se aos terrenos por meio de um livro, empenhando-se em fazê-lo por teu intermédio. Que me dizes?

Antes de responder eu fiz-lhe a seguinte pergunta:

- Nosso Senhor está de acordo?

Eis a sua resposta, e a seguir o nosso diálogo:

T - Perfeitamente, e te agradecerá a tua dedicação.

D - Neste caso, está respondida a pergunta afirmativamente.

T - Grato, gratíssimo, querido amigo.

D - Poderei saber agora o nome da Entidade?
T - Gostarias de levar antes a tua resposta, concordas?

D - Perfeitamente.

T - Então deixo-te o meu abraço de sempre. Adeus.

Na segunda-feira 1º de agosto de 1966, escrevia o irmão Thomé o seguinte:

T - Aqui estou com o coração em festa por vários motivos. O primeiro deles é a proximidade da saída dos nossos livros; o segundo é o teu empenho em concluir Vida Nova, e o terceiro é o fato de poderes receber um quarto volume do Alto para difundir na Terra.

D - Querido Thomé, eu estou aqui exclusivamente para servir a Nosso Senhor, no que ele determinar. Assim, receberei com alegria não apenas o quarto livro, mas quantos necessários ao esclarecimento da humanidade terrena.

T - Obrigado, em nome do Senhor, meu amigo querido. Ainda não posso dizer-te hoje o nome da Entidade que ditará o próximo livro; mas tu o saberás desde o primeiro dia de trabalho. Poderás começar no próximo sábado?

D - Perfeitamente, foi a minha resposta.

Na quarta-feira 3 de Agosto, o Irmão Thomé dizia-me entre outras coisas:

T - Tenho a grande alegria de dizer-te que a Entidade destinada a ditar o quarto volume, por teu intermédio, está contentíssima com o fato, e reúne com verdadeiro empenho os elementos a serem divulgados.

E na sexta-feira dia 5 de Agosto:

T - Conforme o combinado, aqui estará amanhã na hora convencionada o Espírito de uma Grande Entidade, para iniciar o ditado do livro que deseja divulgar na Terra por teu intermédio.

D - Perfeitamente, querido amigo, aqui estarei munido de todo o meu desejo de servir mais uma vez de intermediário entre o Céu e a Terra.

T - Nosso Senhor manda-me dizer-te que a tua boa vontade e a eficiência com que vens servindo aos Seus desígnios representam a maior cooperação que Ele podia encontrar na Terra, para a difusão das instruções necessárias aos filhos encarnados.

No dia imediato, sábado 6 de agosto de 1966, o Espírito de Paulo de Tarso ditava o primeiro capítulo deste grande livro, e assim prosseguimos ininterruptamente até à sua conclusão. Deste Grande Espírito recebi várias manifestações do seu contentamento pela perfeição com que o seu ditado era grafado por mim, tendo deixado inteiramente à minha escolha os títulos dos capítulos, retirados do respectivo texto. Exclusivamente com vistas a documentar a autenticidade deste livro, transcrevo a seguir, d . v., alguns dos bilhetes redigidos pelo Autor durante a sua confecção. Assim, no dia 24 de setembro de 1966, Paulo de Tarso escrevia:

- Meu amigo: - Desejo dizer-te que me sinto bastante satisfeito pela perfeição do nosso trabalho em conjunto. Tens recebido com admirável fidelidade a minha inspiração. O nosso livro vai ficar bastante interessante, creio eu, quando chegar o tempo de o entregarmos ao público. Título? Ainda não cogitei dele. Será a última coisa a tratarmos. Aceitarei alguma sugestão que te ocorra. Deixo-te um afetuoso abraço e até sábado próximo.
                                                                                                 Paulo

Sábado 1º de outubro de 1966:
- Meu amigo: - Desejo dizer-te que eu é que estou satisfeito com o nosso trabalho de hoje. Ele está fiel e perfeito, tal como o concebi. Eu te agradeço. Deixo-te um afetuoso abraço.
                                                                                                Paulo

Sábado 8 de outubro de 1966:
- Meu amigo: - Lamento o pequeno resfriado do momento, que eu desejo cesse até amanhã. Continuo feliz com o meu e o teu trabalho. Tens recebido minha idéia com toda exatidão. Eu te agradeço por isso. Despeço-me com um abraço muito e muito afetuoso.
                                                                                               Paulo

Ao concluirmos o capítulo XI, em 15-10-66, o Autor ditou o seguinte bilhete:
- O assunto está muito bem psicografado. À sua leitura, se quiseres por o nome do bom homem que me atendeu, podes fazê-lo porque ele ficará muito satisfeito. Se não, deixarás como está. Um grande abraço do
                                                                                               Paulo

Em face de sua autorização coloquei o nome de Ananias na nota que se encontra ao pé do capítulo.

O capítulo XV, psicografado no sábado 12 de novembro, mexeu fundo no meu coração. Paulo de Tarso, num gesto de grande gentileza, ditou no fim o bilhete que vai transcrito ao pé do mesmo, com o que muito me penhorou. A seguir outros bilhetes do Autor:

Sábado, 10 de dezembro de 1966:
- Meu amigo:- Volto a testemunhar-te a minha grande satisfação pela perfeição e eficiência do teu trabalho mediúnico. Eu sinto-me verdadeiramente feliz em ter oportunidade de grafar por teu intermédio, podes crer. Com mais este testemunho, abraça-te afetuosamente,
                                                                                                  Paulo

Após várias notas no mesmo sentido do que aí fica, e que eu julgo desnecessário transcrever, escreveu o Autor, no sábado 4 de Março de 1967:

- Meu amigo – Estou vendo aí ao lado o bonito volume deste nosso trabalho. Está realmente bonito na sua confecção material. Espero poder concluí-lo dentro em pouco, quando atingirmos os cinqüenta capítulos. Nesse passo que vamos chegaremos depressa, uma vez que nos faltam apenas doze capítulos, os quais nós grafaremos em seis semanas. Já soube por Thomé que o nosso Vida Nova já está em composição. Eu regozijo-me com isso, e te agradeço pela parte que me toca. Considero assim que dentro dos próximos dois a três meses este trabalho também esteja sendo composto, o que é da maior urgência para os planos do Senhor Jesus. Somente por hoje, abraça-te
                                                                                             Paulo

Sábado 11 de março de 1967:
- Meu amigo: - Continuo muito satisfeito com o teu trabalho. Nosso livro está progredindo bem, e em breve estará concluído. Quanto ao título, se não encontrarmos outro melhor, será esse mesmo que tens aí. Desejava pedir-te que procurasses encontrar alguma sugestão a respeito. Muito te agradecerei por isso. Sendo somente por hoje, abraça-te
                                                                                                Paulo

Domingo 19 de março de 1967:

- Meu amigo: - Confesso-te a minha satisfação imensa ao término do nosso capítulo de hoje. Trata-se de assunto realmente difícil porque diferente dos demais. Tenho, porém, a satisfação imensa de vê-lo tão perfeitamente grafado quanto o preparei no Alto. Felicito-te, pois, querido amigo, pela perfeição do teu instrumento mediúnico. Muito obrigado pois, querido amigo. Abraça-te
                                                                                               Paulo
O Autor refere-se ao capítulo XLII.

Sábado 8 de abril de 1967:

- Meu amigo: - Estamos chegando ao final do nosso livro. Amanhã e na próxima semana espero concluir o ditado. Restará o Prefácio que será grafado também este mês. Assim o nosso ELUCIDÁRIO ficará pronto em abril. É tempo em que Vida Nova estará circulando, quando julgo oportuno levá-lo aos editores. Era o que desejava dizer-te no dia de hoje, querido amigo. Assim despeço-me com o meu cordial abraço.
                                                                                                  Paulo

Domingo 16 de abril de 1967:

- Querido amigo: - O nosso livro está praticamente concluído com o capítulo de hoje. Fica faltando o Prefácio que será redigido no sábado próximo por uma Entidade que bem conheces. A esse Prefácio tu acrescentarás, se assim o desejares, a tua introdução, e estará a obra concluída. Eu deixo-te aqui os meus maiores agradecimentos pela tua valiosa cooperação mediúnica, sem a qual este trabalho não existiria. Assim eu te agradeço de todo o coração o teu esforço, cooperação e boa vontade com os quais me foi possível cumprir esta tarefa que o senhor me confiou. Adeus, pois, e podes dispor como desejares ou precisares deste teu amigo.
                                                                                                  Paulo
Em Janeiro deste ano de 1967, encontrava-me bastante ocupado na conclusão das notas biográficas dos vários autores de Vida Nova, e muito me empenhava na busca de dados relativos às datas de nascimento e decesso de Paulo de Tarso, que não aparecem nas enciclopédias nem nos estudos biográficos por mim consultados. Foi quando, no sábado 28 daquele mês, esta Grande Entidade ditou o seguinte, ao fim do nosso trabalho do dia:

- Meu amigo: - Aprecio devidamente o teu empenho em apresentar-me aos olhos dos futuros leitores de Vida Nova com toda a personalidade de um Grande Espírito. Eu, porém, fui modesto, como aliás ainda sou; meu único mérito está em ter-me dedicado à difusão do Cristianismo. Eu te agradeço de todo o coração, pois, esse teu esforço. Quanto àquelas datas, 24 e 66, podem ser dadas como as mais prováveis. Adeus. Abraça-te
                                                                                                 Paulo

Caro leitor: Alonguei um pouco esta introdução, transcrevendo  vários bilhetes deste luminoso Espírito, como disse, com o único objetivo de demonstrar a autenticidade do conteúdo deste grande livro, o quarto dos elementos programados pelo Senhor Jesus, para a Grande Cruzada de Esclarecimento, já em plena execução na Terra. Os meus votos são, pois, no sentido de que todos os seus afortunados leitores possam recolher, deste vasto manancial, os esclarecimentos de que possam carecer para a sua maior felicidade presente e futura. Adeus, pois, digo eu  por minha vez.
                                                          Diamantino Coelho Fernandes