Passa já da hora o vosso despertar espiritual . . . Saiba que a tua verdadeira pátria é no mundo espiritual . . . Teu objetivo aqui é adquirir luzes e bênçãos para que possas iluminar teus caminhos quando deixares esta dimensão, ascender e não ficar em trevas neste mundo de ilusão . . .   Muita Paz Saúde Luz e Amor . . . meu irmão . . . minha irmã

terça-feira, 13 de setembro de 2016

CAPÍTULO XXXVI - A MAGNA ASSEMBLÉIA - Livro: Derradeira Chamada. Psicografado por Diamantino Coelho Fernandes. Ditado pelo Irmão Thomé.






 

Os homens do presente momento planetário, entre os quais se encontram Espíritos já altamente evoluídos, estão destinados a constituir uma nova humanidade. A seleção que está sendo procedida entre os encarnados, é que vai fornecer os Espíritos a quem serão entregues os destinos do planeta. 

É por tal motivo que Nosso Senhor Jesus está procurando despertar os corações para a luz e a fé, sem cuja ajuda nenhum encarnado poderá desvencilhar-se dos liames materiais, tão fortes e tão vastos, que tanto têm contribuído para o atraso da absoluta maioria dos Espíritos ora na Terra. 

O desejo do Senhor Jesus de atrair para o divino aprisco os milhões de milhões de almas que constituem a população da Terra, é que deu motivo a esta Grande Cruzada de Esclarecimento que se desdobra por toda a superfície terrena. 

Como não seja o mesmo o grau nem as condições evolutivas dos povos de todos os países, estão sendo aproveitados os ascendentes mediúnicos mais desenvolvidos, sendo esta uma das razões pelas quais estão sendo ditados estes conselhos nesta parte do hemisfério, e daqui se distribuirão pelos demais. A palavra escrita é sem dúvida um dos meios mais eficientes para divulgação de instruções necessárias entre os encarnados. E isto explica a razão dos livros que venho grafando por determinação do Nosso Divino Salvador. Aproveitai destas páginas, por conseguinte, meus estimados irmãos, o máximo que puderdes, imaginando terdes em mãos, provavelmente, vossa última oportunidade. 

Efetivamente, eu próprio não sei dizer-vos se este será ou não o meu último livro, porém, conhecendo como conheço os planos traçados por Nosso Senhor Jesus, acredito que nestas páginas ficará registrado tudo quanto possa contribuir para a salvação daqueles que estiverem sinceramente desejosos de salvar-se da tempestade que se encaminha para o vosso pequeno planeta. Os demais, os que preferirem aguardar os acontecimentos, esses farão o que puderem por si mesmos se algo ainda puderem fazer em meio ao temporal. 

Confiar na Misericórdia Divina é, contudo, um recurso de que poderão valer-se os desavisados, se nesse gesto depositarem todas as forças de seu coração. Como estou certo de que todos nos encontraremos a seu tempo, espero poder ouvir de viva voz, e de vós todos, meus estimados, irmãos, o efeito de quanto vim grafar na Terra por inspiração e determinação do Senhor Jesus, contando previamente entretanto, com o sincero agradecimento de todos vós.

Em seguida desejo relatar-vos um fato de certo modo frequente nos planos do Além, o que vale dizer planos espirituais, para elucidar-vos um pouco acerca do que bem pouco ainda foi escrito na Terra na presente etapa da vossa civilização. O que vou relatar-vos acontece, como disse, frequentemente, para alegria dos Espíritos em condições de assistir ao fato. Quero referir-me às festividades cuja grandiosidade não pode ser descrita na linguagem terrena.

Existem épocas no Alto em que costumam reunir-se em magnas assembléias, preparadas com grande antecedência, os Espíritos possuidores de determinado grau evolutivo, para a permuta de idéias em torno dos melhores meios de aceleramento do progresso dos mundos pertencentes ao vosso sistema solar, e não apenas em relação ao vosso pequeno planeta. Essas magnas assembléias a que comparecem grupos numerosos de Entidades interligadas a cada um dos planetas do mesmo sistema da Terra, têm a duração necessária ao debate e aprimoramento de todas as idéias apresentadas, duração que pode ser calculada em algumas delas pelo espaço de dez, vinte, e até mais anos, tal o volume e o valor da contribuição trazida pelas centenas de milhares de Entidades presentes. Nosso Senhor Jesus, como Chefe maior da delegação representativa do mundo terreno, ali comparece acompanhado de seus luminosos assessores, apresentando por sua vez a situação e necessidades desta esfera. Estas são acolhidas pelas delegações dos demais planetas presentes, para o necessário estudo e sugestões oportunas. 

Na última assembléia realizada há cerca de trinta anos do vosso calendário (ano de1936), Nosso Senhor teve ocasião de referir o quanto de esforços têm sido empregados por sua determinação com o elevado objetivo de acelerar a progresso espiritual desta pobre humanidade. Apresentadas foram, igualmente as medidas estudadas visando àquele objetivo no menor lapso de tempo possível, em face da nova civilização a ser implantada no solo terreno a partir do inicio século XXI. 

Estudadas e debatidas as medidas apresentadas por Nosso Senhor Jesus, coube a um grupo de luminosíssimas Entidades opinar a respeito, tendo seu porta-voz, representante de um planeta cuja posição evolutiva pode ser considerada dez milhões de anos à frente da Terra, se pronunciado mais ou menos assim:

-“Venerado Irmão Jesus, nós compreendemos fielmente vosso esforço ingente e ininterrupto, no sentido de conduzir vossos guiados pela estrada de sua verdadeira felicidade. Compreendemos e bem avaliamos o sacrifício que ousastes fazer mergulhando vós próprio num corpo material desse mundo o maior de todos os sacrifícios que poderíeis fazer em benefício de vossos guiados terrenos. Nossa opinião, em face de tal circunstância, querido Irmão Jesus, é que vossos guiados ainda não estão bastante amadurecidos para aceitar e entender toda a vossa santa abnegação em seu favor. Assim sendo em face de nossa experiência que é imensa, desejamos sugerir à Magna Assembléia que aprove um plano de esclarecimentos a ser difundido por toda a superfície terrena, quando os Espíritos ali encarnados se encontrarão amadurecidos para aceitar e entender o chamamento ao amor e à luz”. 

Uma pausa se fez pela Grande Entidade, ante o silêncio acolhedor da Assembléia, prosseguindo então a mesma no relato das conclusões de sua Delegação. 

- “A experiência nos ensina ser necessário revolver a superfície em que desejamos plantar, para que a semente possa encontrar acolhida em seu seio, para aí germinar. Sugerimos, pois, que um novo conflito seja permitido entre os viventes desse mundo, de molde a provocar o desenvolvimento dos nobres sentimentos peculiares aos Espíritos ali encarnados, em face da destruição de vidas e bens que esse conflito possa determinar” (2. guerra mundial). 

Nosso Senhor Jesus, sentindo em seu coração o que um novo conflito mundial traria indubitavelmente, de sofrimentos sem conta aos seus guiados, informou à Grande Entidade que um conflito de regulares proporções havia ocorrido na Terra no segundo decênio do século XX, com grande perda de vidas mas bem pequeno resultado para os encarnados remanescentes.

- “Venerado Irmão Jesus! Bem avaliamos a dor que dilacera o vosso grande coração, ante a necessidade de acelerar por esse meio o progresso espiritual dos vossos guiados terrenos. Contudo - prosseguiu a Grande Entidade – é mister que aceiteis mais esse sacrifício, visto como do mesmo devem resultar progressos vários, inclusive no sentido da maior elevação espiritual de quantos houverem de testemunhar mais uma grande tragédia no planeta que governais”. 

Toda a Magna Assembléia aprovou a sugestão, da qual resultou a aquiescência do Senhor na deflagração do último conflito mundial que tanto sangue derramou na face da Terra, como uma advertência a mais aos que a presenciaram. Haverá, porventura, necessidade de outro ainda mais doloroso? Respondei vos mesmos.