Passa já da hora o vosso despertar espiritual . . . Saiba que a tua verdadeira pátria é no mundo espiritual . . . Teu objetivo aqui é adquirir luzes e bênçãos para que possas iluminar teus caminhos quando deixares esta dimensão, ascender e não ficar em trevas neste mundo de ilusão . . .   Muita Paz Saúde Luz e Amor . . . meu irmão . . . minha irmã

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

INTRODUÇÃO – Livro: As Forças do Bem



Julgo do meu dever dizer algumas palavras a guisa de introdução a este livro absolutamente ímpar no mundo, e que serão as únicas realmente minhas em todo o texto. Tudo quanto do livro consta, inclusive o título dos capítulos, foi grafado pelo Irmão Tomé. Retirei de cada capítulo, com sua aprovação, a frase que me pareceu sintetizar melhor o sentido do mesmo, usando, por conseguinte, apenas palavras suas. Não colaborei nem interferi na redação dos quarenta e três capítulos do livro, cujo estilo e linguagem pertencem inteiramente ao Autor. Uma ou outra vez, na datilografia da matéria, ocorreu-me a substituição de alguma expressão, o que eu anotava a lápis na entrelinha.

Ao preparar, porém, o original para a gráfica, desprezava minha emenda por achar que o correto era o que me havia sido ditado, e mentalmente me censurava pela tentativa de emendar o que estava certo.

Devo confessar, com toda a sinceridade, que este livro extraordinário constituiu para mim uma grande revelação. Exercitando com amor a psicografia desde alguns anos, tendo recebido por este meio consolações indizíveis através de mensagens altamente instrutivas e afetuosas, de velhos amigos e parentes muito queridos do Além, jamais poderia imaginar que um dia me tomaria intermediário de Entidades que aprendi a venerar desde a infância, pela mão piedosa de minha Mãe.

Eis um pouco da pequena história deste grande livro: Eu e minha esposa costumamos reunir-nos às quintas-feiras às 21 horas, à nossa mesa de refeições, para uma concentração mental de cerca de trinta minutos, segundo as instruções do CIRCULO ESPIRITUAL DO AMOR DE JESUS. As pessoas que estudam a Vida de Jesus Ditada por Ele Mesmo sabem o que significa essa prática semanal como meio de atrair bênçãos e luzes espirituais.

Cultivando a arte maravilhosa da psicografia semimecânica, costumo dedicar os minutos finais da reunião ao aprimoramento desta faculdade.

Na quinta-feira 21 de junho de 1962, dia consagrado a Corpus Christi, utilizou-se do meu lápis uma Entidade ainda desconhecida para nós, produzindo uma bela mensagem de ensinamentos espirituais relacionados com a data, assinando Irmão Tomé. Eu pedi à Entidade que nos fornecesse alguns dados a seu respeito, para o registro que costumo fazer dos amigos que nos visitam, ao que a mesma bondosamente aquiesceu, escrevendo o seguinte: Sim, amigo meu; sou aquele que passou à História como o que só acreditaria que fosse o próprio Mestre em pessoa se lhe tocasse as feridas. Daí o provérbio que correu e ainda corre o mundo: “Ver para crer”. Adeus”.

Em outra de nossas concentrações mentais, a 26 de julho seguinte, a mesma Entidade, entre outras coisas, escrevia:

“Minha presença está servindo igualmente para apurar ainda mais a faculdade psicográfica do aparelho, na tentativa que tenho em vista de aproveitá-la para transmitir à Terra uma série de conselhos de grande utilidade para aqueles que desejarem aproveitá-los.”

No sábado 1º de setembro seguinte, às 20 horas, senti algo de novo em torno de mim, como se fora uma presença invisível. Dirigi-me ao escritório e tentei escrever psicograficamente alguma coisa. Nesse dia o Irmão Tomé grafava o primeiro capítulo deste livro, realmente ímpar no mundo, assim prosseguindo o nosso trabalho todos os sábados, inclusive no de carnaval, conforme ele próprio assinala no texto.

Julgo também de interesse para os leitores conhecerem parte dos diálogos que mantinha com o Irmão Tomé ao fim do nosso trabalho semanal, durante os quais me eram transmitidas instruções do Senhor Jesus, para o maior êxito deste livro; como parte que é da Grande Cruzada de Esclarecimento iniciada na Terra. Assim, no sábado, 28 de maio de 1963, entre outras coisas, disse-me o Irmão Tomé:

“Nosso livro está em vias de conclusão. Faltam poucos capítulos para terminar. Nosso Senhor está satisfeitíssimo com o meu e o teu trabalho. Qualquer idéia sobre a impressão e promoção podes ir anotando desde já.”

Como eu tivesse apresentado três sugestões para o título, inclusive a vitoriosa, indaguei do Irmão Tomé o que havia a respeito e ele assim se manifestou:

“Sobre o título, existem ainda algumas sugestões a estudar. Espero que provavelmente no próximo sábado já poderei comunicar.”

Efetivamente, no sábado 1º de junho, à minha pergunta habitual sobre se havia, alguma instrução, assim me respondeu o Irmão Tomé:

“Sim. Temos hoje diversos assuntos a tratar. Primeiro, quanto ao título. O Senhor escolheu para título o seguinte: AS FORÇAS DO BEM. É uma sugestão tua, que mereceu a aprovação do Senhor. Em seguida desejo informar-te que, com os capítulos que grafaremos no decorrer deste mês, o livro estará concluído. Não desejamos fazer um volume muito grosso, considerando o que iria custar a pessoas de parcos recursos.”

No dia 8 de junho eu havia colocado sobre a mesa de trabalho um esboço da capa para submeter ao Irmão Tomé. Feita a pergunta habitual, ele assim me respondeu:

“Pouca coisa tenho hoje para dizer-te. Apenas que o título do nosso livro vai ficar magnífico com essa disposição. Gostei bastante e Nosso Senhor também. Em seguida quero dizer-te que Nosso Senhor voltará aqui para grafar Ele mesmo o Prefácio do livro. Isto Ele o fará provavelmente no primeiro sábado de julho.”

Indaguei então do Apóstolo se Nosso Senhor escreveria o Prefácio ali mesmo no meu pequeno escritório ou se nos deveríamos reunir à mesa de refeições. Eis a sua resposta:

“Aqui mesmo, meu amigo, para que todo o livro seja psicografado neste “Posto de Serviço” que me dedicaste.”

No sábado, 15 de junho, após responder a assuntos particulares, escreveu o Apóstolo Tomé:

“Relativamente à tua sugestão de escreveres algo sobre mim próprio, fui ouvir Nosso Senhor. Ele opinou que este particular deverá ficar para outra obra que iniciaremos em breve, e será divulgada quando a atual já estiver bastante difundida. Bem; agora o “nosso livro”. Nosso Senhor fará o Prefácio, o que virá valorizar extraordinariamente o meu e o teu trabalho. Podes ir preparando os planos de promoção e distribuição para serem postos em prática logo que for iniciada a composição.”

No dia 22 de junho, manifestei ao Apóstolo o meu desejo de incluir no livro, além do Prefácio do Senhor Jesus, algumas palavras de Nossa Senhora, e perguntei-lhe se isto seria possível. Eis a sua resposta:

“Vou tentar obter o que desejas. Responderei provavelmente no próximo sábado.”

Finalmente, no sábado, 29 de junho, após grafarmos o último capítulo, fiz a pergunta habitual ao Apóstolo, que assim respondeu:

“Sim, meu amigo. Concluído fica o nosso belo livro, com a graça do Senhor. No próximo sábado o Senhor Jesus virá grafar o Prefácio para maior valia do nosso livro. Nossa Senhora, igualmente, grafará algumas palavras a teu pedido, atendido por Ela com alegria. Provavelmente o fará numa quinta-feira. Providenciarás em seguida o que se refere à impressão e distribuição da melhor maneira. O Senhor confia inteiramente na tua capacidade para isso. Nestas duas próximas semanas combinaremos nossa atividade futura, depois de ouvir Nosso Senhor. Entendido?”

E após minha resposta afirmativa:
“Deixo-te o meu abraço muito amigo, e sempre às tuas ordens me despeço por hoje. Adeus.”

Caro leitor: Essa é a pequena história deste livro, e serve para demonstrar o empenho do Senhor Jesus pela maior difusão dos conselhos que o mesmo encerra. Quero então fazer-lhe um pedido de todo o coração: se gostar do livro, como certamente vai gostar, ajude-me na minha tarefa, inculcando-o aos seus amigos, ajudando ao mesmo tempo ao Apóstolo Tomé na sua missão junto a todos nós encarnados, e acima de tudo a Nosso Senhor Jesus Cristo, que recompensará generosamente a todos. É o que sinceramente lhe pede e agradece.


DIAMANTINO COELHO FERNANDES